domingo, 12 de abril de 2015

Mensagem de Jesus nas Aparições de El Escorial, sobre o Hábito Sacerdotal (6.jan.1996) e o Magisterio da Igreja


Nossa Senhora de El Escorial
Espanha, 1981-2002


Aparições de Jesus Cristo e Nossa Senhora
actualmente em estudo a cargo do Arcebispo de Madrid, Carlos Osoro.
Com o Culto Eucarístico autorizado, no lugar das Aparições.

 
Venerável Padre Michael J. McGivney


Sobre o Hábito Sacerdotal

Mensagem de 6 de Janeiro de 1996

Jesus:
«Minha filha, Satanás aproveita-se das almas e mais ainda das almas queridas pelo Meu Coração; infiltra-se em muitos conventos; infiltra-se para que os homens se contagiem uns aos outros e, por isso, o mundo está nas mãos de Satanás. Sede valentes, Meus filhos, amai a Igreja de Cristo. Amai os Mandamentos e cumpri-os. Não vos envergonheis de Deus. Meus queridos sacerdotes, tão amados pelo Meu Coração, sede valentes e pregai a palavra como está escrita. E vós, aqueles que vos envergonhais de Deus e do distintivo do vosso sacerdócio, Meus filhos, ai, por toda a confusão que estais a semear na Terra; Meus filhos, não sereis revestidos da veste santa, porque quisestes tirar essa veste tão bela, Meus filhos, que vos distingue e vos protege de tantos e tantos pecados. Assim como o sinal do cristianismo é a Santa Cruz, o sinal do sacerdote é a veste, Meus filhos. Porque é que a arrumastes? Tendes medo de perder a vida. Não temais os que vos podem tirar a vida, temei perder a alma, Meus filhos. Olha, Minha filha, quantas almas, privilegiadas pelo Meu Coração; fiéis a Ele, estão num lugar a gozar a presença divina do Deus incriado.»


A Autoridade Eclesiástica a respeito das Aparições de Nossa Senhora do Escorial

Para uma informação mais detalhada da posição actual a Igreja respeito das Aparições de Jesus e Nossa Senhora em El Escorial, a Luz Amparo Cuevas, ver a seguinte publicação neste mesmo blog:




Código de Direito Canónico

Cân. 284 – Os clérigos usem trajo eclesiástico conveniente, segundo as normas estabelecidas pela Conferencia episcopal, e segundo os legítimos costumes dos lugares.




Conferência Episcopal Portuguesa[1]

Em conformidade com o cân. 284, a Conferencia Episcopal Portuguesa determina:
1. Usem os sacerdotes um trajo digno e simples de acordo com a sua missão.
2. Esse trajo deve identifica-los sempre como sacerdotes, permanecendo disponíveis para o serviço do povo de Deus.
3. Esta identificação far-se-á, normalmente, pelo uso:
a. da batina;
b. ou do fato preto ou de cor discreta com cabeção.




Directório para o ministério e a vida dos presbíteros
Congregação para o Clero

Importância e obrigatoriedade do hábito eclesiástico
61. Numa sociedade secularizada e de tendência materialista, em que também os sinais externos das realidades sagradas e sobrenaturais tendem a desaparecer, sente-se particularmente a necessidade de que o presbítero – homem de Deus, dispensador dos seus mistérios – seja reconhecível pela comunidade, também pelo hábito que traz, como sinal inequívoco da sua dedicação e da sua identidade de detentor de um ministério público.[2] O presbítero deve ser reconhecido antes de tudo pelo seu comportamento, mas também pelo vestir de maneira a ser imediatamente perceptível por cada fiel, melhor ainda por cada homem[3], a sua identidade e pertença a Deus e à Igreja.
O hábito talar é sinal exterior de uma realidade interior: «efectivamente, o presbítero já não pertence a si mesmo, mas, pelo selo sacramental por ele recebido (cf. Catecismo da Igreja Católica, nn. 1563 e 1582), é “propriedade” de Deus. Este seu “ser de Outro” deve tornar-se reconhecível por parte de todos, através de um testemunho límpido. [...] No modo de pensar, falar, julgar os acontecimentos do mundo, servir e amar, e de se relacionar com as pessoas, também no hábito, o presbítero deve haurir força profética da sua pertença sacramental»[4].
Por este motivo, o clérigo, bem como o diácono transitório, deve[5]:
a) trazer o hábito talar ou «um hábito eclesiástico decoroso, segundo as normas emanadas pela Conferência Episcopal e segundo os legítimos costumes locais»[6]; isto significa que tal hábito, quando não é o talar, deve ser diverso da maneira de vestir dos leigos e conforme a dignidade e sacralidade do ministério. O feitio e a cor devem ser estabelecidos pela Conferência dos Bispos.
b) Pela sua incoerência com o espírito de tal disciplina, as praxes contrárias não possuem a racionalidade necessária para que se possam tornar costumes legítimos[7] e devem ser removidas pela autoridade eclesiástica competente[8].
Salvas situações excepcionais, o não uso do hábito eclesiástico por parte do clérigo pode manifestar uma consciência débil da sua identidade de pastor inteiramente dedicado ao serviço da Igreja[9].
Além disso, a veste talar – também pela forma, cor e dignidade – é especialmente oportuna, porque distingue claramente os sacerdotes dos leigos e dá a entender melhor o caráter sagrado do seu ministério, recordando ao próprio presbítero que, sempre e em qualquer momento, é sacerdote, ordenado para servir, para ensinar, para guiar e para santificar as almas, principalmente pela celebração dos sacramentos e pela pregação da Palavra de Deus. Vestir o hábito clerical serve, ademais, para a salvaguarda da pobreza e da castidade.




Cerimonial dos Bispos[10]

O traje comum ou de uso diário pode ser a batina bretã, não guarnecida pelo cordão de cor violeta. Os Bispos pertencentes a uma família religiosa podem usar o hábito da sua religião. Comeste hábito talar, usam-se meias pretas; pode-se usar cabeção, o solidéu e a faixa de cor violeta. A cruz peitoral é sustentada por uma corrente. Traz sempre o anel.






[1] Decreto da Conferencia Episcopal Portuguesa de 18 de Dezembro de 1984. Publicado na revista Lumen em 1985 e reconhecido pela Santa Sé no mesmo ano.
[2] João Paulo II, Carta ao Cardeal Vigário de Roma (8 de setembro de 1982): Insegnamenti V/2 (1982), 847-849.
[3] Cf. Paulo VI, Alocuções ao clero (17 de fevereiro de 1969; 17 de fevereiro de 1972; 10 de fevereiro de 1978): AAS 61 (1969), 190; 64 (1972), 223; 70 (1978), 191; João Paulo II, Carta aos sacerdotes por ocasião da Quinta-feira Santa (8 de abril de 1979), 7: l.c., 403-405; Alocuções ao clero (9 de novembro de 1978; 19 de abril de 1979): Insegnamenti I (1978), 116; II (1979), 929.
[4] Bento XVI, Discurso aos participantes do Congresso Teológico promovido pela Congregação para o Clero (12 de março de 2010): l.c., 241.
[5] Cf. Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, Esclarecimento acerca do valor vinculante do art. 66 do Diretório para o ministério e a vida dos presbíteros (22 de outubro de 1994): “Communicationes” 27 (1995), 192-194.
[6] C.I.C, can. 284.
[7] Cf. Ibid., can. 24, § 2.
[8] Cf. Paulo VI, Motu proprio Ecclesiae Sanctae, I, 25, § 2: AAS 58 (1966), 770; Sagrada Congregação para os Bispos, Carta circular a todos os representantes pontifícios Per venire incontro (27 de janeiro de 1976): EV 5, 1162-1163; Sagrada Congregação para a Educação Católica, Carta circular The document (6 de janeiro de 1980): “L’Osservatore Romano” suppl., 12 de abril de 1980.
[9] Cf. Paulo VI, Audiência geral (17 de setembro de 1969); Alocução ao clero (1 de março de 1973): Insegnamenti VII (1969), 1065; XI (1973), 176.
[10] Aprovado por S.S. o Papa João Paulo II a 7 de Setembro de 1984





lunes, 6 de abril de 2015

Padre Gabriel Amorth sobre as Aparições de Nossa Senhora de Fátima


Padre Gabriel Amorth sobre as Aparições de Nossa Senhora de Fátima


O Padre Gabriel Amorth é sacerdote exorcista da Diocese de Roma


O Pedido da Consagração da Rússia
O Castigo
Os Papas
O Triunfo do Imaculado Coração de Maria





viernes, 3 de abril de 2015

Nossa Senhora do Escorial - Sobre a Paixão de Cristo - Mensagem 11.12.1981


Nossa Senhora de El Escorial
Espanha, 1981-2002


Aparições de Jesus Cristo e Nossa Senhora
actualmente em estudo a cargo do Arcebispo de Madrid, Carlos Osoro.
Com o Culto Eucarístico autorizado, no lugar das Aparições. 



Sobre a Paixão de
Nosso Senhor Jesus Cristo [II]



Mensagem de 11 de Dezembro de 1981


O Senhor:
Minha filha, sei que estás a sofrer, mas, como sempre, continuo a dizer-te: é preciso sofrer para salvar almas. Aqui estou Eu Mesmo, e onde Eu estou, está a cruz... Recebe esta cruz com todo o respeito, Minha filha, com todo o respeito e amor pela salvação de tantas almas que estão em pecado mortal. Oferece-o ao Pai Eterno; diz-Lhe:
“Pai Eterno, pela Paixão do Vosso Filho, pelo que Ele sofreu, pelas Suas dores tão imensas, eu uno-me à Cruz. Oh, meu Pai! Oh, Pai Celestial! Olhai as chagas do Vosso Filho e dignai-Vos recebê-las, para que as almas se abram aos toques da graça. Que os cravos que perfuraram as Suas mãos e os Seus pés trespassem os corações endurecidos pelo pecado. Que o Seu Sangue os abrande e os leve a fazer penitência. Que o peso da Cruz sobre os ombros do Vosso Divino Filho mova as almas a descarregar o peso dos seus delitos no tribunal da Penitência. Peço-Vos, Pai Eterno, por todas essas almas.
Pela Paixão do Vosso Filho, ofereço-Vos todas as minhas dores. Também Vos ofereço, oh Pai Celestial, a coroa de espinhos do Vosso amado Filho; por essas dores, peço-Vos pelos sacerdotes, para que a sua vocação seja maior, que eles sejam puros e bons filhos de Deus, dignos de consagrar os Santos Mistérios da Santa Missa. Também Vos ofereço o padecimento do Vosso Filho cravado na Cruz, a Sua sede ardente e todos os outros tormentos da Sua agonia por todos os pecadores, para que se arrependam das suas faltas. Pela perseverança com que o Vosso Filho Vos suplicou com humildade pelos mesmos que O estavam a crucificar, dizendo: 'Perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem', peço-Vos que concedais a todas as almas que tenham um grande amor ao próximo e que sejam fiéis ao Vosso Filho. Sim, Deus meu, peço-Vos porque Jesus mo pediu”.



Mensagem de 1 de Agosto de 1987

Nossa Senhora:
Olha o fruto da Cruz. Olha para Deus todo-poderoso feito homem que morre de amor pelas Suas criaturas e deixa que trespassem o Seu corpo de um lado ao outro por amor. E olha como ama as Suas chagas, pois até no Céu continua com elas. É assim o amor de Deus todo-poderoso.









A Autoridade Eclesiástica a respeito
das Aparições de Nossa Senhora do Escorial

Para uma informação mais detalhada da posição actual a Igreja respeito das Aparições de Jesus e Nossa Senhora em El Escorial, a Luz Amparo Cuevas, ver a seguinte publicação neste mesmo blog:







lunes, 30 de marzo de 2015

Nossa Senhora do Escorial - Sobre a Paixão de Cristo - Mensagem 08.01.1982


Nossa Senhora de El Escorial
Espanha, 1981-2002

Aparições de Jesus Cristo e Nossa Senhora
actualmente em estudo a cargo do Arcebispo de Madrid, Carlos Osoro.
Com o Culto Eucarístico autorizado, no lugar das Aparições.
  



Sobre a Paixão de
Nosso Senhor Jesus Cristo


Mensagem de 8 de Janeiro de 1982



Encontrando-se em profundo sofrimento, Luz Amparo expressou a sua dor ao Senhor.
Luz Amparo:
Ai, ai, que dor!

O Senhor:
Sim, Minha filha, sei que estás a sofrer como Eu sofro; mas, como já te disse muitas vezes, é preciso ajudar os seres humanos e isso tem de ser à custa do teu sofrimento, do Meu e do de outras almas escolhidas para purificar as restantes. Não esqueças que fui Eu Mesmo a dar-vos o exemplo para vos salvar a todos, pois amo-vos muito. Amo tanto as Minhas almas que não quero que se afastem de Mim. E quero que elas saibam que Eu desejo ser a sua recompensa e o seu prémio, bem como de todas as almas que confessam as suas culpas, pedem perdão dos seus pecados e se arrependem com humildade. Eu tenho um amor muito grande a todos os que querem estar Comigo, por isso sofro por todos. Porque Eu, como já te fiz ver noutras ocasiões, em apenas um segundo poderia fazer arder toda a terra. Mas ainda estou a dar constantemente oportunidades aos homens para se salvarem, enviando a Minha Mãe como mensageira, porque sei que são débeis e que estão sempre a cair no mesmo pecado. Por isso derramei o Meu Sangue para poder redimir todas as almas. Em troca, só quero uma única coisa: que peçam perdão, pois o Meu Pai espera-os a todos.
Que alegria se, neste ano que agora começa, todos os homens começassem também, com amor e humildade, a amar-se uns aos outros como Eu os amei a todos! Nunca esqueças, Minha filha, que só queremos que se salvem. Vou dar-te uma mensagem para este ano que começa: diz-lhes que muitos deles seguem enganados pelo caminho que trilham. Esses, são todos aqueles a quem nada serve gemer em segredo no mais profundo do seu coração, porque o seu orgulho não lhes permite ter a humildade necessária para tomarem consciência da sua condição miserável, o que só acontecerá se pararem nesse caminho, se arrependerem e vierem a Mim, que desci à terra para vos assinalar a todos...  [Palavra ininteligível] e a senda segura para ir ao Céu.
 Diz-lhes que abracem a Minha Cruz com amor, pois só isso os salvará e que não escutem doutrinas falsas porque todas, fora da Minha, os levarão ao fundo do abismo. Todas essas falsas doutrinas irão precipitá-los numa vida de amargura, de desespero e de ódio para com os outros. Diz-lhes também que essas doutrinas são satânicas e contrárias à Palavra do Meu Pai Celestial. Diz-lhes que Eu deixei tudo dito nos Meus Santos Evangelhos; que Me escutem, pois sou Eu Mesmo que lhes falo por meio das Minhas almas humildes por Mim escolhidas. Mas é exactamente por isso que rejeitam as Minhas mensagens, porque não querem admitir que Eu, sendo Rei de Céus e terra, possa escolher uma alma tão humilde e tão insignificante, mas faço-o para confirmar que não é falso o que elas transmitem porque, por elas mesmas, não conseguiriam confundir os poderosos, mostrando, desse modo, a razão por que vou buscar as almas mais pequenas da terra.
Que fixem bem uma coisa importante: a Minha Mãe Santíssima dá sempre as Suas mensagens às almas mais incultas e mais humildes. Peço-vos, por isso, que acrediteis nas Minhas mensagens e nas mensagens da Minha Santíssima e Pura Mãe, porque Eu envio a Minha Santa Mãe como mensageira, para que espalheis as Suas mensagens por todo o mundo.
Diz-lhes que se arrependam, que acreditem em Deus Pai, em Deus Filho e em Deus Espírito Santo, pois todo aquele que não acreditar nestas Três Pessoas não crê em Deus.
Diz-lhes que sejam humildes, que honrem o Meu Pai e Me honrem a Mim, porque quem honra o Meu Pai, honra-Me a Mim, pois Eu bendigo o Meu Pai, que esconde os Seus segredos aos grandes e os revela aos humildes, porque assim o manda Ele, e Eu faço sempre a vontade de Meu
Pai, pois foi Ele que Me enviou para estar entre vós.
Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei, até ao ponto de cumprir a vontade do Meu Pai.
Cumpri a vontade do Meu Pai e derramei o Meu Sangue até à última gota, para vos redimir a todos do pecado. E agora vais continuar a ver outro quadro da Minha Paixão.

Luz Amparo:
Vejo o Senhor que já não leva a Cruz. Está entre muita gente, há muitíssima gente, vai tropeçando, vão-n'O empurrando. Vejo uma mulher que sai do meio da multidão, pega num pano, dá-o ao Senhor, que tem o rosto todo ensanguentado. O Senhor limpa todo o Seu rosto com esse pano. Secou o rosto com ele e devolve-o a essa mulher; ela pega no pano e guarda-o.
Lançam-Lhe todos muitos gritos: "Olha, um rei cobarde! Pede ao Teu Pai que Te salve". Insultam-n'O e dizem-Lhe palavras muito feias. Há muitas mulheres que levam as crianças para onde o Senhor vai passar. O Senhor põe as mãos sobre a cabeça das crianças. Aperta algumas contra Si, assim como contra um lado. As pessoas põem-se no meio do caminho, impedindo a passagem do Senhor. Então, os verdugos empurram as pessoas e começam outra vez a dar empurrões ao Senhor. O Senhor passa o Seu olhar por todos e, com a mão, faz-lhes o sinal da cruz. Então, um bate-Lhe na mão com um pau.
Empurram outra vez o Senhor, puxam-n'O e voltam a dar-Lhe pontapés, uns por um lado e outros por outro. Ouço-os a dizer umas palavras que não entendo. Senhor, faz com que eu entenda. Ai, não entendo o que estão a dizer!
O Senhor está agora sentado numa grande rocha, uma pedra. Olha para cima, para o céu, e implora a Seu Pai dizendo: "Meu Pai, Meu Pai!" Olha depois para toda a gente que está ali, olha para todos com um olhar de pena. Volta a olhar para o céu e diz: "Ajuda-Me!".
Começam então a rir-se d'Ele e dizem-Lhe: "Olhem para Ele, o dos milagres, a pedir ajuda. Faz um milagre e deixar-Te-emos ir em liberdade". O Senhor não lhes diz nada.
Seguem quatro soldados; os mesmos verdugos que O foram chicoteando. Puxam-Lhe a roupa, açoitam-n'O... a carne é arrancada. Faltam-Lhe pedaços nas costas.
Agora tiram-Lhe a coroa de espinhos com um esticão. Voltam a pôr-Lhe outra vez uma roupa de cor branca, põem-Lhe a coroa e empurram-na para baixo com força. Começa outra vez a correr-Lhe sangue por toda a cara. Ai, Meu Deus. Ai! Tem mais uma vez a roupa ensopada em sangue. Empurraram-n'O outra vez, outra vez. O Senhor está cansado e não pode mais. Vai pela encosta acima, tropeçando nas pedras. Chegam acima, ao monte. Ali tem a Cruz estendida no chão. Não é uma cruz como a que nós vemos, tem os paus para cima, dois paus. Mandam ao Senhor que Se estenda sobre a Cruz. O Senhor olha para o céu, caem-Lhe lágrimas dos olhos como sangue. Atam-n'O com umas cordas à madeira. Agora cravam-Lhe a mão direita. Começam a esticar o braço esquerdo, mas o pau é mais comprido que o braço e não chega onde está o furo. Um dos verdugos põe-se em cima do Senhor, aperta-O, aperta-O e puxa o braço com força. O Senhor contorce-Se de dores; o do lado esquerdo começa outra vez a puxar o braço. Ai, Meu Deus! Quando estão a pregá- l'O ouvem-se as marteladas e brota sangue das mãos. Ai, o Senhor contorce-Se de dores. O Senhor dobra as pernas; contorce-Se para um lado e para o outro. Esticam-Lhe as pernas outra vez com cordas, atam-Lhe a cintura e apertam-na. Atam os pés à madeira com uma corda. Começo de novo a sentir as marteladas nos pés. O Senhor olha para cima, para o céu. Tem o rosto todo ensanguentado. O Senhor está a falar, olha para o céu e pede ao Pai que O socorra.
Ai, meu Deus, isto é horrível, isto é horrível! Ai, Senhor!

O Senhor:
Sim, Minha filha, este tormento que tu sentes é o que Eu sinto todos os dias pelas almas que Me ofendem com tantos pecados de impureza. E como profanam o Meu Corpo! Fazem isto diariamente, cravam-Me todos os dias. Por isso te peço, Minha filha, que sejas vítima da Minha Paixão, porque Eu aceitei com resignação a última vontade de Meu Pai, que era sofrer, sofrer até ao fim. E fiz tudo para apagar o pecado de tantos pecadores, para que todos pudessem alcançar o Meu
Reino, mas não têm coração, são cruéis; cometem ofensas constantemente, ferindo os Nossos Corações, o de Minha Mãe puríssima e o Meu. Não esqueças, Minha filha, que se queres dar-Me glória e que se salvem muitas almas, deves deixar que Eu faça de ti o que quiser e abandonar-te no Meu amor.
Sê humilde, não respondas nunca com soberba, mas com humildade a qualquer humilhação; sê humilde porque, com a humildade, tudo se consegue. Não esqueças que com a humildade podes ajudar a salvar muitas almas. Oferece tudo nestes dias em que tanto se ofende. Quero que sejas como aquele bom homem que, sendo um grande pecador, Me ajudou a levar a Cruz. E com que amor Me ajudou a levar a Cruz, a Cruz de amor!
Tu consolar-Me-ás, Minha filha, e os dois sofreremos na Cruz. Olha quanto a Humanidade ofende os Nossos Corações. Sofre e oferece tudo com amor, para a salvação das almas, que Me crucificam de novo. O Meu Coração é um abismo de dor. As almas ingratas espezinham-Me e desprezam-Me e, sem se aperceberem, vão abrindo o caminho da sua condenação. Por isso, Minha filha, o teu sacrifício e a tua oração, bem como de muitas almas escolhidas, são o meio de salvação de muitas almas e do mundo inteiro. Não te assustes, Minha filha, há muitos pecadores, mas também há muitas almas boas que amam o seu Criador e Redentor. Sei que se perdem muitas almas, que tristeza tão grande! Mas, apesar disso, o Meu amor por elas não diminui. Todas as almas que Me amam podem reparar as ofensas de tantos e tantos pecadores que estão a ofender-Me, e consolar a amargura deste Coração e do Coração da Minha Mãe puríssima, que está trespassado pela espada de dor.
Pesa-Me tanto a Cruz. Por isso venho para que Me ajudes, e queria repartir esta Cruz com tantas almas escolhidas. Uma parte deste peso e um pouco da Minha agonia em cada alma escolhida, até ao ponto de o Meu Coração se regozijar de amor para com todas elas. Uma vez que muitas almas ofendem tanto, vós, almas escolhidas, não espezinheis a Divina Majestade de Deus, nem o Sangue do Seu Filho. Ajudai-O a aliviar-Se da Cruz que leva tão pesada.
Continuo a repetir-te, Minha filha: sê humilde, recebe com amor todas as blasfémias e todas as calúnias.
Adeus, Minha filha. Recebe a Minha santa bênção.

Nossa Senhora:
Minha filha, aqui Me tens com o Coração trespassado de dor por tantas almas que estão a ofender-Nos constantemente durante todos estes dias. Estão a ultrajar os Nossos Corações. Eu trago uma mensagem de paz e de amor, mas os homens fazem a guerra e a desunião. Quantas almas, Minha filha, estão à procura da sua própria condenação!
Como Mãe, trago a paz, o amor e a humildade para todos os Meus filhos. Mas não querem aceitar, não fazem caso, Minha filha. Quantas vezes pedi que fizessem uma capela em honra do Meu nome, para se meditar na Paixão do Meu Filho, pois não pensam no que Ele sofreu na Cruz por todos os homens!
Peço também que a capela sirva para se fazerem nela exercícios espirituais, a fim de preparar as suas almas, pois o tempo aproxima-se e queremos que estejam preparadas. Mas não fazem caso.
Reza também muito pelo teu director espiritual. Está num mar de confusões, e o Inimigo não sabe por onde se introduzir. Reza muito. Não mistureis políticas nos Meus Terços, pois a política não serve para nada mais que ódios e destruição do mundo.
Pedi a paz para todas as nações. Diz a todos, Minha filha, que ajudem a salvar muitas almas, pois são imensas as que estão à espera que alguém lhes leve uma mensagem da sua Mãe. Condenam-se por ignorância, por não terem tido quem lhes falasse. Sim, Minha filha, tu não consegues imaginar a dor que sentimos pelas almas que estão condenadas e que recusam a salvação.
Adeus, Minha filha, sê humilde, recebe com amor o peso da cruz que o Meu Filho te manda. Adeus.
Eu trago-vos a paz. Pedi pela paz do mundo, pois o mundo está no limiar do desespero.
Pedi pela Rússia. A Rússia é o chicote de toda a Humanidade, pedi que se converta, rezai o santo Terço com muita devoção, porque, por meio dele, estão a salvar-se muitas almas.
Adeus, Minha filha.










A Autoridade Eclesiástica a respeito
das Aparições de Nossa Senhora do Escorial

Para uma informação mais detalhada da posição actual a Igreja respeito das Aparições de Jesus e Nossa Senhora em El Escorial, a Luz Amparo Cuevas, ver a seguinte publicação neste mesmo blog:














miércoles, 11 de marzo de 2015

Nossa Senhora ao P. Gobbi, no 60º aniversario da sua Aparição em Fátima: "O fim de um periodo"


Mensagens de Nossa Senhora
aos Sacerdotes, Seus filhos predilectos,
através do Pe. Stefano Gobbi
(1973-1997)


Imprimatur do Cardeal Bernardino Echeverría Ruiz, Arcebispo de Guayaquil




Nossa Senhora, 31 de Dezembro de 1977
Ultima noite do ano

“O fim de um período”
«Meu filho muito amado, passa comigo as últimas horas deste ano, repleto de graças extraordinárias para o meu Movimento. Já passam sessenta anos desde a minha aparição na pobre Cova de Iria em Fátima, para trazer aos homens a minha importante mensagem.
Hoje, mais do que nunca, essa minha mensagem é urgente e actual. Actual, porque jamais a humanidade se encontrou em tamanho risco da sua própria destruição; urgente, porque os decretos da Justiça Divina estão na iminência de serem executados.
Filhos predilectos, acolhei o caloroso apelo de vossa Mãe: retomai o caminho que conduz a Deus através da oração e da conversão.
Hoje ponho à vossa disposição o meio que o Pai vos concede para ajudar-vos a voltar e Ele: o meu Coração Imaculado. Consagrai-vos todos a este Coração e abandonai-vos nos braços da vossa Mãe celestial.
Neste ano, que já vai para o fim, pude, mediante as orações e sofrimentos de muitos dos meus filhos, suster o castigo. O vosso “sim” veio corroborar a minha intercessão materna em vosso favor.
Jesus houve por bem dar, mais uma vez, à Sua e vossa Mãe a última possibilidade de intervir no sentido de conduzir-vos à salvação e minorar a grande dor que vos aguarda. Por isso preciso da vossa oração, do vosso sofrimento, da vossa vida.
A hora que encerra este ano assinala o fim de um período que a Misericórdia de Deus concedeu a esta humanidade rebelde, antes do terrível momento que está para chegar.»




A Autoridade Eclesiástica respeito das mensagens de Nossa Senhora ao P. Stefano Gobbi

Ver a primeira publicação sobre as Mensagens de Nossa Senhora ao P. Gobbi, aqui nos “Apelos de Nossa Senhora”.